Planetas extrassolares

É possível que diversos planetas extrassolares também estejam em zonas estelares temperadas ou habitáveis, ou seja, situem-se em órbitas à volta das suas estrelas que têm condições favoráveis ao surgimento de vida.
Tal parece ser o caso dos planetas denominados Gliese 581 d, Gliese 581 c e Gliese 581 g descobertos pela Equipa de Missão do Observatório Espacial Kepler. Também existe muita probabilidade de vida em outras superterras como: Gliese 163 c (embora possa não ser muito complexa), Gliese 667 Cc, Kepler-22b, HD 40307 g,[6] HD 85512 b e mais alguns planetas.
Existe também planetas gigante gasosos na zona habitável, mas como são gasosos não tem crosta terrestre o que impossibilitava a existência de vida. Porém visto que alguns planetas gigantes gasosos são maior e com maior massa que Júpiter, o maior planeta do sistema solar, poderiam ter luas com dimensões e gravidade comparáveis à da Terra que tivessem água no estado líquido; como é o caso de: 55 Cancri f, Gliese 876 b, Gliese 876 c, HD 28185 b, HD 99109 b, Upsilon Andromedae d, entre outros.
Contudo, é preciso ter em atenção que aquilo que é designado por condições favoráveis à vida é baseado na vida tal como é conhecida no planeta Terra. Este facto não invalida o surgimento de vida fora do planeta Terra com outro tipo de condições, embora, muito provavelmente, existam limites a partir dos quais a vida não consegue surgir.